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Transporte desacelera e volume de serviços cresce 0,3% em novembro

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Resultado foi divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (16); CNT calcula expansão de até 2% no ano de 2018.

Os resultados de novembro da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), divulgados nesta quarta-feira (16) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), confirmam as expectativas da CNT (Confederação Nacional do Transporte) a respeito do enfraquecimento do volume de atividades do setor de transporte no segundo semestre de 2018. Em 2018, a alta no volume de serviços do setor deve ficar no máximo em 2,0%.

Os números mostram que, em novembro, o índice de volume do segmento transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio teve alta de apenas 0,3% em relação a outubro (com ajuste sazonal) – a menor alta para o mês nessa base de comparação dos últimos três anos (em novembro de 2017, a alta em relação a outubro foi de 0,6%; em 2016, o resultado neste mês foi positivo em 1,8%).

Com isso, no acumulado de 12 meses, o volume de serviços prestados pelo setor de transporte apresenta crescimento de 1,6%, uma desaceleração da tendência de alta observada no início do ano. No acumulado do ano (janeiro-novembro), a variação acumulada é de 1,3%.

Além da paralisação dos caminhoneiros, ocorrida em maio, o tabelamento do frete rodoviário de cargas é uma das explicações para esses resultados. Segundo a Pesquisa CNT Perfil dos Caminhoneiros 2019​, divulgada nesta quarta, a maioria dos caminhoneiros de todo o país (65,3%) participou do movimento, sendo que 64,4% deles foram informados sobre a greve via WhatsApp. Porém, 56,0% deles não ficaram satisfeitos com as conquistas obtidas. Segundo o levantamento, as três principais reivindicações da categoria são: redução do preço do combustível (51,3%), aumento da segurança nas rodovias (38,3%) e financiamentos oficiais a juros mais baixos para compra de veículos (27,4%).

Conforme os dados do IBGE, o setor de serviços no Brasil como um todo, em novembro, mostrou estabilidade (variação nula em relação a outubro). No acumulado nos últimos 12 meses, passou de -0,2% em outubro para 0,0% em novembro, interrompendo uma sequência de 41 taxas negativas. No acumulado do ano de 2018 (janeiro-novembro), há uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: Agência CNT de Notícias – 16/01/2019

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Conheça o perfil dos caminhoneiros do Brasil

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CNT divulga a 7ª edição de pesquisa que traz dados sobre a rotina, o mercado de trabalho, as dificuldades e as principais demandas desses trabalhadores.

Quem são os caminhoneiros do Brasil? Quais as dificuldades enfrentadas por eles no dia a dia de trabalho? Quais os principais entraves e demandas da profissão? Com respostas a essas e a outras perguntas, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) lança, nesta quarta-feira (16), a 7ª Pesquisa CNT Perfil dos Caminhoneiros.

Conhecer melhor a rotina, os problemas e as reivindicações desses profissionais é importante para que o trabalho da Confederação alcance resultados mais efetivos. Os dados também são essenciais para o SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), que, há 25 anos, capacita e cuida da saúde dos caminhoneiros em todo o país.

Entre os dias 28 de agosto e 21 de setembro do ano passado, foram entrevistados mais de mil profissionais em todo o país, sendo 714 autônomos e 352 empregados de frota.

Conheça os principais dados coletados:

Perfil

Mercado é predominantemente masculino

O mercado de trabalho dos caminhoneiros é essencialmente masculino. A pesquisa da CNT revela que 99,5% desses profissionais são homens e a média de idade deles é de 44,8 anos. Além disso, eles ganham cerca de R$ 4.600 por mês e trabalham há 18,8 anos. Outro dado relevante é que os caminhões utilizados por eles têm, em média, 15,2 anos. No universo dos autônomos, 47% adquiriram seus veículos por meio de financiamento. Os caminhoneiros também estão cada vez mais conectados e preocupados com a saúde: 87,7% usam a internet, e 42,6% procuram profissionais de saúde para prevenção.

Rotina

Caminhoneiros trabalham, em média, 11,5 horas por dia

A rotina dos caminhoneiros é intensa. Eles chegam a rodar mais de 9 mil km por mês e a trabalhar 11,5 horas por dia e 5,7 dias por semana. Sobre o mercado, a pesquisa revela que 62,9% desses profissionais consideram que a demanda pelos serviços reduziu em 2018. Entre os pontos negativos da profissão, estão o fato de ela ser perigosa/insegura (65,1%) e desgastante (31,4%) e de o convívio familiar estar comprometido (28,9%). Mesmo assim, os caminhoneiros ainda relatam vários pontos positivos no trabalho, como conhecer cidades e países (37,1%), ter a possibilidade de conhecer pessoas (31,3%) e possuir o horário flexível (27,5%).

Problemas

Assaltos e roubos são os maiores entraves à profissão

Os assaltos e roubos são a maior dificuldade encontrada por 64,6% dos caminhoneiros entrevistados pela CNT. Cerca de 7% deles relataram que já tiveram o veículo roubado pelo menos uma vez nos últimos dois anos. Além disso, 49,5% desses profissionais recusaram a viagem por conta do risco de roubo/assalto durante o trajeto. O custo do combustível aparece como o segundo maior entrave vivenciado pelos motoristas (35,9%). Os trabalhadores também destacam como ameaças à profissão no futuro o baixo ganho (50,4%), a baixa qualidade da infraestrutura (20,9%) e a ausência de qualificação profissional adequada (15,6%).

Reivindicações

Redução do preço do combustível é principal demanda

A queda no preço dos combustíveis continua a ser o maior pleito dos caminhoneiros. No total, 51,3% consideram essa a maior demanda da categoria. Em segundo lugar, está a necessidade de mais segurança nas rodovias (38,3%), seguida de financiamentos oficiais a juros mais baixos para a compra de veículos (27,4%) e do aumento do valor do frete (26,2%).

Paralisação

65,3% dos caminhoneiros participaram da greve de 2018

A maioria dos caminhoneiros de todo o país (65,3%) participou da paralisação de maio de 2018. Segundo os dados da Confederação, 64,4% deles foram informados sobre a greve via WhatsApp. Outras informações relevantes: 74,7% dos profissionais conheciam a pauta em questão, e 56% não ficaram satisfeitos com as conquistas da paralisação.

Acesse a íntegra da Pesquisa CNT Perfil dos Caminhoneiros 2019

Acesse os principais dados da Pesquisa CNT Perfil dos Caminhoneiros 2019

Fonte: Agência CNT de Notícias – 15/01/2019

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Receita Federal exclui 521 mil empresas devedoras do Simples Nacional

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Excluídos poderão voltar ao programa se quitarem débitos.

A Receita Federal excluiu 521.018 micro e pequenas empresas que não quitaram os débitos com o Simples Nacional, regime especial de tributação para as pessoas jurídicas de menor porte.

Em setembro, 732.664 empresas haviam sido notificadas de débitos previdenciários e não previdenciários com a Receita e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Quem não regularizou a situação foi excluído em 1º de janeiro.

As empresas excluídas devem R$ 14,46 bilhões ao Simples. Elas podem pedir a reinclusão no regime especial até 31 de janeiro, desde que quitem os débitos antes dessa data. A dívida pode ser paga à vista ou seguir o parcelamento ordinário, em até cinco anos, com pagamento de multas e juros.

A consulta à situação fiscal da empresa e os pedidos de regularização podem ser feitos por meio do Portal do Simples Nacional na internet.

Regime simplificado de pagamentos de tributos federais, estaduais e municipais, o Simples Nacional beneficia micro e pequenas empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano.

Fonte: Agência Brasil -15/01/2019

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Preço dos combustíveis cai e segura a inflação em 2018

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Transporte contribui decisivamente para índice abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.

A queda do preço dos combustíveis ocorrida nos dois últimos meses do ano passado foi decisiva para que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – índice oficial de inflação do Brasil – fechasse o ano de 2018 em 3,75%, valor abaixo do centro da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Os dados constam no boletim Economia em Foco, divulgado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta terça-feira (15).

Segundo o documento, em novembro, a queda no preço dos combustíveis foi de 2,42% – enquanto a gasolina ficou, em média, 3,07% mais barata, o diesel caiu 0,58%. Já em dezembro, o preço da gasolina caiu 4,80% e o do óleo diesel, 3,45%. Essa redução pode ser explicada, sobretudo, pela diminuição do preço do petróleo no mercado internacional nos dois últimos meses do ano.

Os combustíveis são um dos itens analisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte do grupo Transportes. Em novembro passado, o grupo apresentou a menor variação (-0,74%) e o menor impacto (-0,14 p.p.) entre os grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE. Já em dezembro, o grupo novamente registrou a menor variação (-0,54%) e o menor impacto (-0,10 p.p.) no IPCA, também em razão dos combustíveis, que caíram, em média, 4,25%.

Sobre o IPCA

O índice tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos. Os produtos e serviços consumidos pelas famílias são classificados em nove grupos: Alimentação e Bebidas; Habitação; Artigos de Residência; Vestuário; Transportes; Saúde e Cuidados Pessoais; Despesas Pessoais; Educação e Comunicação.

Confira a íntegra do boletim aqui.

Fonte: Agência CNT de Notícias -15/01/2019

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Governo assina contrato de concessão da Rodovia de Integração do Sul

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O governo assinou, na sexta-feira (11), o contrato de concessão com o Grupo CCR, que arrematou a concessão da RIS (Rodovia de Integração do Sul) no leilão realizado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em novembro do ano passado. O trecho concedido compreende a BR-101/290/386/448, no Rio Grande do Sul, e faz parte do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). O início das operações do consórcio deve ocorrer em até 30 dias, após a publicação no Diário Oficial da União.

A CCR terá que fazer investimentos da ordem de R$ 7,8 bilhões no período de 30 anos. Além disso, há também os custos operacionais estimados em R$ 5,6 bilhões, referentes à conservação, operação e monitoramento do trecho concedido. A concessionária deverá gerar 2 mil empregos diretos nos dois primeiros anos de concessão.

A concessionária será responsável pelos seguintes trechos: BR-101/RS, entre a divisa SC/RS até o entroncamento com a BR-290 (Osório); BR-290/RS, no entroncamento com a BR-101 (Osório) até o km 98,1; BR-386, no entroncamento com a BR-285/377 (Passo Fundo) até o entroncamento com a BR-470/116 (Canoas); e BR-448, no entroncamento com a BR-116/RS-118 até o entroncamento com a BR-290/116 (Porto Alegre).

O trecho passará a contar com sete praças de pedágio. O valor da Tarifa Básica de Pedágio ofertada foi de R$ 4,30545, 40,5% menor do que a tarifa-teto estipulada pelo governo, que foi de R$ 7,24. As duas praças da BR-290 começam a realizar a cobrança na segunda semana de fevereiro. As demais praças da BR-101 e BR-386 entram em funcionamento em até 12 meses após a data de início da administração pela concessionária.

Com informações do Ministério da Infraestrutura

Fonte: Agência CNT de Notícias – 11/01/2019

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Sancionada a Lei que fortalece o combate ao roubo de carga

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Foi sancionada no dia 11 de janeiro a Lei nº 13.804/2019, que dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao contrabando, ao descaminho, ao furto, ao roubo e à receptação.

A norma altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997) para determinar que o condutor que se utilize de veículo para a prática do crime de receptação, descaminho e contrabando, condenado por um desses crimes em decisão judicial transitada em julgado, terá seu documento de habilitação cassado ou será proibido de obter a habilitação para dirigir pelo prazo máximo de 5 anos.

Porém, destacamos que foi vetado o dispositivo que previa que a pessoa jurídica que transportasse, distribuísse, armazenasse ou comercializasse produtos furto dos referidos crimes poderia, após processo administrativo, ter baixada sua inscrição no Cadastro Nacional de

Íntegra

LEI Nº 13.804, DE 10 DE JANEIRO DE 2019

Dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao contrabando, ao descaminho, ao furto, ao roubo e à receptação; altera as Leis nos 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), e 6.437, de 20 de agosto de 1977.

O PRESIDENT E DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao contrabando, ao descaminho, ao furto, ao roubo e à receptação.

Art. 2º A Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 278-A:

“Art. 278-A. O condutor que se utilize de veículo para a prática do crime de receptação, descaminho, contrabando, previstos nos arts. 180, 334 e 334-A do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), condenado por um desses crimes em decisão judicial transitada em julgado, terá cassado seu documento de habilitação ou será proibido de obter a habilitação para dirigir veículo automotor pelo prazo de 5 (cinco) anos.

  • 1º O condutor condenado poderá requerer sua reabilitação, submetendo-se a todos os exames necessários à habilitação, na forma deste Código.
  • 2º No caso do condutor preso em flagrante na prática dos crimes de que trata o caput deste artigo, poderá o juiz, em qualquer fase da investigação ou da ação penal, se houver necessidade para a garantia da ordem pública, como medida cautelar, de ofício, ou a requerimento do Ministério Público ou ainda mediante representação da autoridade policial, decretar, em decisão motivada, a suspensão da permissão ou da habilitação para dirigir veículo automotor, ou a proibição de sua obtenção.”

Art. 3º (VETADO).

Art. 4º (VETADO).

Art. 5º (VETADO).

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, exceto os arts. 3º e 4º, que entram em vigor após decorridos 120 (cento e vinte) dias de sua publicação oficial.

Brasília, 10 de janeiro de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Sérgio Moro Paulo Guedes

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eSocial passa a valer para empregadores do Simples Nacional

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Transportadores pessoa física ou integrantes do Simples são obrigados a aderir ao programa que unifica dados trabalhistas, fiscais e previdenciários das empresas.

Começou no dia 10 a obrigatoriedade de adesão ao eSocial para empregadores do Simples Nacional, incluindo MEI (Microempreendedor Individual), empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos. Essa é a terceira etapa do programa.

Nessa fase, os empregadores devem realizar o cadastro do empregador e preencher tabelas da ferramenta. A segunda fase – que compreende os dados dos trabalhadores e vínculo de emprego – será iniciada em abril.

O eSocial é uma ferramenta que conjuga os dados trabalhistas, fiscais e previdenciários das empresas em uma só plataforma. Ele substitui o preenchimento e a entrega de formulários e declarações que até então eram enviados a órgãos diferentes como a Receita Federal, a Previdência e o Ministério do Trabalho (atual Ministério da Economia).

Confira as fases de entrega ao eSocial para integrantes do Simples Nacional:

Fase 1 – Janeiro/2019 – Cadastro do empregador e preenchimento de tabelas

Fase 2 – Abril/2019 – Cadastros dos trabalhadores e eventos não periódicos

Fase 3 – Julho/2019 – Folha de pagamento

Fase 4 – Outubro/2019 – Substituição da GFIP e compensação cruzada

Fase 5 – Julho/2020 – Eventos de Segurança e Saúde do Trabalhador

Dúvidas e informações: http://portal.esocial.gov.br/ ​

Fonte: Agência CNT de  Notícias – 11/01/2019

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Índice ABCR recua em 2,1% em dezembro e acumula perda de 1,9% em 2018

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Fluxo de veículos leves diminuiu 1,5%, e o de pesados, 1,4%, comparados ao mês passado.

O índice ABCR de atividade referente a dezembro de 2018 apresentou recuo de 2,1% no comparativo com novembro, conforme os dados dessazonalizados. Dessa forma, o índice total acumulou redução de 1,9% em 2018.  O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria Integrada.

“Em 2018, o desempenho do fluxo pedagiado de veículos foi prejudicado pelos choques negativos que afetaram a economia no ano”, explicou Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria. “O ambiente de indefinição política em relação ao pleito de outubro, a greve dos caminhoneiros e a conjuntura internacional menos favorável às economias emergentes foram fundamentais na elevação das incertezas do ambiente doméstico – contaminando as expectativas dos agentes, tanto no que se refere às intenções de investimentos e contratação das empresas, como também nos gastos das famílias”, explica ele.

Ainda na comparação mensal dessazonalizada, o índice de fluxo pedagiado de veículos leves contraiu 1,5%, enquanto o de pesados, 1,4%, comparados a novembro.

Dessa forma, no ano de 2018, houve contração do índice total de 1,9%, exclusivamente ditado pela queda de 2,7% de leves, a despeito da elevação de 0,4% dos veículos pesados. “O resultado negativo do índice total foi determinado pela contração de veículos leves”, explica Thiago. “A redução do indicador também manifesta a lenta melhora do balanço financeiro familiar, em um quadro de limitadas oportunidades no mercado de trabalho, apesar do ambiente inflacionário benigno e da relativa melhora das condições de crédito às famílias”, opina.

Índice ABCR Brasil
Período LEVES PESADOS TOTAL
Dezembro/18 sobre Dezembro/17 -3.6% -4.1% -3.7%
Dezembro/18 sobre Novembro/18 c/ ajuste sazonal -1.5% -1.4% -2.1%
Últimos doze meses -2.7% 0.4% -1.9%
Acumulado no ano (Jan-Dez/18 sobre Jan-Dez/17) -2.7% 0.4% -1.9%

 Fonte: ABCR e Tendências – 10/01/2019

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Ministro Toffoli rejeita ADPF contra extinção do Ministério do Trabalho por falta de legitimidade de federação

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A extinção do Ministério do Trabalho é ainda objeto de questionamento na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6057, na qual o PDT pede a concessão de liminar para suspender dispositivos da MP 870/2019.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, rejeitou o trâmite da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 561, ajuizada pela Federação Nacional dos Advogados para questionar a extinção do Ministério do Trabalho e a transferência de suas atribuições a outras pastas. A alteração na estrutura do Executivo federal foi feita por meio da Medida Provisória (MP) 870/2019, editada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Na ação, a federação sustentou, entre outros pontos, que a extinção, fragmentação ou redução da eficácia das funções do Ministério do Trabalho revela “nítida violação dos primados basilares do trabalho”, previstos nos artigos 6º a 11 da Constituição Federal. Alegou também desrespeito à dignidade humana, aos valores sociais do trabalho, à justiça e à solidariedade sociais e ao primado do trabalho como base da ordem social.

Em sua decisão, tomada no plantão do Tribunal durante o recesso, o ministro Toffoli não analisou o mérito da controvérsia, pois verificou que a autora da ADPF não tem legitimidade para propor esta ação perante o STF. Segundo explicou o presidente do STF, a autora qualifica-se como entidade sindical de segundo grau, constituindo-se federação sindical, o que se pode observar não apenas por sua nomenclatura, mas também por seu próprio estatuto. A legislação não confere legitimidade para propositura da ação de controle concentrado de constitucionalidade a essa espécie de entidade.

De acordo com o artigo 103 da Constituição Federal, somente podem propor ação direta de Inconstitucionalidade (ADI), ação declaratória de constitucionalidade (ADC) e, por extensão (Lei 9.882/1999), Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), o presidente da República, as Mesas do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e das Assembleias Legislativas, os governadores dos estados e do DF, o procurador-geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, partido político com representação no Congresso Nacional, confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

“Em diversos precedentes, esta Corte reafirmou o que consta de modo expresso na legislação: no âmbito das organizações sindicais, apenas as confederações sindicais estão legitimadas à propositura de ações de controle concentrado. Sindicatos e federações, ainda que possuam abrangência nacional, não se inserem no rol dos legitimados a tanto”, enfatizou o ministro Dias Toffoli, ao negar seguimento à ADPF ajuizada pela Federação Nacional dos Advogados.

ADI

A extinção do Ministério do Trabalho também é questionada no STF pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6057. Nela, o partido pede liminar para suspender os efeitos da MP 870/2019.

Fonte: STF – 09/01/2019

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Fábricas estimam alta de 11,4% no licenciamento de veículos novos

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera que as vendas de veículos novos em todo o país cresçam 11,4% em 2019, com o licenciamento de mais de 2,860 milhões de unidades.

A expectativa é de que a produção também cresça até o fim deste ano, com aumento de 9% em relação ao ano passado. Quanto às exportações, no entanto, a estimativa é de queda de 6,2% em comparação a 2018, disse hoje (8) Antonio Megale, presidente da entidade.

“Acreditamos que as reformas irão acontecer, principalmente a da Previdência, qualquer que seja essa reforma, mais ou menos profunda. Acreditamos também que a inflação continuará controlada e que os juros continuarão baixos. Nós temos uma situação boa de crédito, já que o nível de inadimplência está muito baixo, o mais baixo dos últimos anos. Com isso, os bancos estão mais dispostos a emprestar dinheiro. E estamos apostando no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] entre 2,5% e 3%”, disse.

Balanço

Em 2018, a produção de veículos no país cresceu 6,7% na comparação com 2017. Entre janeiro e dezembro do ano passado, 2.880.000 de veículos foram produzidos no país, enquanto em 2017 foram fabricados 2.699.000.

“É um número razoável. Infelizmente, não chegamos aos 3 milhões [de unidades produzidas], que é o que a gente gostaria. E não chegamos aos 3 milhões porque justamente não conseguimos exportar mais para nosso principal parceiro [a Argentina]”, afirmou Megale.

Entre janeiro e dezembro de 2018, 2.566.000 de veículos [o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus] foram licenciados no país, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), aumento de 14,6% em comparação a 2017.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento na produção e no mercado, que vinha apresentando queda desde 2012.

“Foi um número positivo, acima de nossas expectativas. A gente estava prevendo um crescimento de 13,7% e o total superou, o que foi muito positivo”, disse a Anfavea.

Considerando-se apenas o licenciamento de veículos novos nacionais, 2.255.926 veículos foram licenciados no país com aumento de 13% em comparação a 2017.

Quanto às exportações, houve queda de 17,9% em 2018, com 629.175 unidades exportadas. “Infelizmente, nosso principal mercado, que é a Argentina, está tendo algumas dificuldades e teve uma retração importante, principalmente no segundo semestre. Com isso, exportamos menos”, finalizou.

Em relação aos empregos, o total de pessoas empregadas no setor caiu 0,6% em dezembro na comparação com novembro e de 1,7% em relação a dezembro do ano passado.

Fonte: Agência Brasil – 08/01/2019

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