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NTC defende a manutenção da desoneração da folha de pagamento no TRC

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O Diretor Jurídico da NTC&Logística, Marcos Aurélio Ribeiro, representou o presidente da entidade, José Hélio Fernandes, em uma audiência pública para discutir o PL 8456/2017, que trata sobre o fim da desoneração da folha de pagament, em 22 de novembro.

Ribeiro  mostrou um panorama do transporte rodoviário de cargas e defendeu que a desoneração da folha de pagamento seja mantida para que o setor possa voltar a crescer. De acordo com ele, na ANTT estão registrados um milhão e 100 mil caminhões e 114 mil empregos registrados da categoria. “O setor emprega mais de cinco milhões de pessoas. Elevar a carga tributária impactaria muito para o TRC. Por isso, defendemos que se mantenha a desoneração, principalmente levando em consideração a retomada da economia”, afirmou.

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Representantes de outros setores também participaram da audiência. Junto com Dr. Marcos, na mesa um, estavam Sérgio Paulo Gallindo, Presidente-Executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom; Sergio Paupério Sério Filho, Diretor de Relações Institucionais e Oportunidade Social da TOTVS, representando o Sr. Laércio Cosentino; Francisco Camargo, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software – ABES; Edgar Serrano, Presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática – FENAINFO; e Marco Aurélio Coelho de Oliveira, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing – SINTRATEL.

Na mesa dois estavam Cláudia Viegas, Consultora da LCA Consultoria, representando o Sr. Eduardo Sanovicz, Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas – ABEAR; Ricardo Aparecido Miguel, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – ABESATA; Jeovani Salomão, Presidente da Assespro Nacional – Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologias da Informação; e Cássio Rocha Azevedo, Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços – ABT.

Fonte: NTC&Logística – 23/11/2017

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Instrutores de empresas participam de curso no SETRANS

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Com sucesso o SETRANS ministrou o curso Aperfeiçoamento de Instrutores / Master Driver, na terça-feira (21/11).

O instrutor, Luiz Antonio Pigozzo, apresentou novas técnicas de abordagens e dinâmicas diferenciadas, utilizando conceitos básicos dos métodos neurolinguístico, Coaching e Feedback para aumentar o índice de absorção nos treinamentos ministrados com foco na condução segura e econômica.

Na avaliação dos 20 alunos, o curso atingiu seus objetivos, especialmente ao apresentar ferramentas para ganhar eficiência na gestão dos motoristas e melhorar a segurança e a média de combustível. Participaram do curso alunos de empresa da cidade de Goiana, em Pernambuco.

Fonte: Imprensa SETRANS – 22/11/2017

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SETRANS realiza evento de encerramento das atividades de 2017

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2017-11-22

 

O SETRANS convida seus associados e patrocinadores parceiros para o coquetel de encerramento das atividades de 2017, marcado para o próximo dia 15 de dezembro, às 20h30, no Restaurante 7 Mares, em São Caetano do Sul/SP.

O encontro deve reunir cerca de 150 convidados, entre autoridades da região, lideranças do segmento, fornecedores e empresários do setor de transportes de carga.

Os associados e patrocinadores parceiros do SETRANS podem fazer suas confirmações gratuitamente até o próximo dia 8 de dezembro, pelo telefone (11) 4330-4800 ou e-mail administracao@setrans.com.br . Entre em contato e saiba a quantidade de convites que você tem direito.

Os convites extras podem ser adquiridos por R$ 150,00 por pessoa.

Coquetel

Local: Buffet 7 Mares(Estr. Das Lágrimas, 1840 – Jardim São Caetano, em São Caetano do Sul/SP).

Data: 15/12/2017

Horário: 20:30

Traje: Social

 

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ANTT autoriza o MTE a acessar dados do RNTRC e do PEF

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da portaria 501, de 13 de novembro de 2017, autoriza o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM) a acessar as bases de dados do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) e do Pagamento Eletrônico de Frete (PEF), desenvolvidas e geridas pela ANTT, visando o intercâmbio de informações entre estes dois Órgãos.

Veja abaixo a portaria na íntegra.

Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES

PORTARIA No- 501, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2017

O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES – ANTT, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 26 do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 3.000, publicada no Diário Oficial da União – DOU em 18 de fevereiro de 2009, e alterações posteriores, resolve:

Art. 1º Autorizar o acesso do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE às bases de dados, indicadas a seguir, desenvolvidas e geridas por esta ANTT, visando o intercâmbio de informações entre estes dois Órgãos.

  1. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas – RNTRC;
  2. Empresas autorizadas a prestarem os serviços de transporte interestadual e internacional de passageiros, sob regime de fretamento;

III. Dados originários do Canal Verde Brasil (dados de passagem);

  1. MONITRIIP; e

V.Pagamento Eletrônico de Frete – PEF.

Art. 2º Para acesso aos dados e informações acima indicados, o Ministério do Trabalho e Emprego deverá designar formalmente servidor(es) para interações junto à ANTT.

Art. 3º Determinar à Gerência de Tecnologia da Informação – GETIN, que em coordenação com as respectivas Superintendências responsáveis pelas bases de dados acima referidas, adote os procedimentos necessários à liberação de acesso às informações administradas pela ANTT, aos servidores a serem designados pelo Ministério do Trabalho, observando-se integralmente a Política de Segurança da Informação e Comunicações – POSIC instituída pela Agência.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JORGE BASTOS

Fonte: NTC&Logística  / ANTT – 22/11/2017

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São Paulo tem 77,8% das rodovias classificadas como ótimas ou boas

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Acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento chega a 11,6% no transporte rodoviário, segundo a 21ª Pesquisa CNT de Rodovias.

A 21ª Pesquisa CNT de Rodovias revela que 77,8% (7.786 km) das rodovias avaliadas tiveram classificação ótimo ou bom, enquanto que 22,2% (2.216 km) apresentam algum tipo de deficiência no estado geral (classificação regular, ruim ou péssimo). O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 10.002 km no Estado. Em todo o Brasil, foram 105.814 km analisados.

Em São Paulo, o acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento chega a 11,6% no transporte rodoviário. Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias, com a implementação de sinalização adequada, estima-se que é necessário R$ 1,26 bilhão. Já para a manutenção dos trechos classificados como desgastados, o custo estimado é de R$ 1,46 bilhão.

DETALHAMENTO DAS CONDIÇÕES

Pavimento

No pavimento, são consideradas as condições da superfície da pista principal e do acostamento. A pesquisa classificou o pavimento como regular, ruim ou péssimo em 22,1% da extensão avaliada em São Paulo, enquanto que 77,9% foram considerados ótimo ou bom; 47,3% da extensão pesquisada apresentam a superfície do pavimento desgastada.

A evolução da qualidade das rodovias administradas pela União (em 2017, 51,2% de sua extensão foi classificada como regular, ruim ou péssimo, ante 62,4% de 2004) contribuiu para reduzir o impacto sobre o custo operacional do transporte. Em 2004, o aumento dos gastos ficava em 29,6%; em 2017, o aumento médio do custo operacional ficou em 11,6%.

Sinalização

Nessa variável, são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais. O estudo apontou que há problemas de sinalização em 15,8% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 84,2%, o estado foi classificado como ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, apenas 1,2% apresenta placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.

Geometria da via

O tipo de rodovia (pista simples ou dupla) e a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento estão incluídos na variável geometria da via. A pesquisa constatou que 58,5% da extensão pesquisada não tem condições satisfatórias de geometria; 41,5% tiveram classificação ótimo ou bom nesse aspecto. O Estado tem 44,6% da extensão das rodovias avaliadas de pista simples de mão dupla.

Pontos críticos

A pesquisa identificou, ainda, quatro trechos com erosões na pista e um com queda de barreira que colocam em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias dessa Unidade da Federação.

Investimentos em 13 anos

Na análise dos investimentos realizados entre 2004 e 2016, a Confederação Nacional do Transporte identificou que 87,2% dos recursos autorizados para intervenções na infraestrutura rodoviária do Estado foram desembolsados. Já no primeiro semestre de 2017, a relação total pago e autorizado foi de apenas 3,2%.

Os gastos da União com manutenção e adequação de trechos são relativamente pequenos, pois boa parte das rodovias são concessionadas ou estaduais. De 2004 a 2016, os gastos com construção de trechos foram basicamente para as obras do Rodoanel.

Acidentes

Em 2016, foram registrados 6.632 acidentes, cujo custo foi estimado em R$ 617,13 milhões.

Fonte: Agência CNT de Notícias – 22/11/2017

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Comunicado técnico da NTC sobre os reajustes do diesel

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Alegando a busca de maior aderência dos preços do mercado doméstico no curto prazo ao mercado internacional bem como a melhora da sua competitividade, a Petrobras, que praticamente detém o monopólio do refino de petróleo brasileiro, anunciou no dia 30 de junho uma revisão na política de preços da gasolina e do diesel.

“A avaliação feita pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), composto pelo Presidente, Diretor Executivo de Refino e Gás Natural e Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, é de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes.

Desta maneira, a área técnica de marketing e comercialização da companhia terá delegação para realizar ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada (-7% a +7%), respeitando a margem estabelecida pelo GEMP. Além disso, qualquer alteração fora dessa faixa terá que ser autorizada pelo GEMP. “

Em função desta decisão, o diesel que até então vinha dando um alívio ao setor de transporte rodoviário quando atingiu o menor nível de preço no ano no mês de julho com queda de 8,79%.

Entretanto, em apenas três meses e meio, após a citada revisão da Petrobras, o aumento do diesel atingiu 15,01% e, no ano o aumento, apesar da queda que tinha ocorrida até o meio do ano, já subiu 5,71% frente ao valor de janeiro.aumento1 aumento2 aumento3

Para complicar ainda mais a questão, a partir do comunicado, os reajustes passaram a ser quase que diários e, apesar do seu acumulado estar positivo (15,01%), os repasses não são todos de aumentos, alguns anúncios são de reduções. Fato que complica bastante a negociação do repasse destes aumentos, pois, a chance de no meio da negociação a Petrobras anunciar uma diminuição do preço é grande, prejudicando assim a negociação do devido repasse.

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OBS: o acumulado dos reajustes do diesel anunciados pela Petrobras para as refinarias entre 19/8/17 e 17/11/17 está em 19,8% – foram 60 reajustes neste período, sendo 25 de redução de preço e 35 de aumento.

É inquestionável que o combustível tem destaque entre os principais custos do serviço de transporte rodoviário de carga, com variações que passam pelo tipo de veículo e a quilometragem rodada na operação.

É inquestionável que o combustível tem destaque entre os principais custos do serviço de transporte rodoviário de carga, com variações que passam pelo tipo de veículo e a quilometragem rodada na operação.

Os gráficos abaixo apresentam a participação do Diesel em função da variação da quilometragem rodada (custos só do veículo – sem considerar as despesas administrativas, os impostos e a margem de lucro).

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Portanto, como se nota, há uma grande influência da quilometragem rodada pelo veículo, assim, constata-se que quanto mais ele roda maior a participação do combustível no custo da operação do caminhão. Mas, também fica claro que o tipo de veículo também influencia de forma significativa o resultado, a participação do combustível é mais expressiva quanto maior for o porte do veículo (até porque, quanto maior o caminhão mais combustível ele consome).

Se considerarmos que na média o custo com combustível representa 31%, o impacto do acumulado dos reajustes, desde o anuncio da revisão feita pela Petrobras, fica em torno de 4,0%, com extremos, nas operações com altas quilometragens rodadas, que podem atingir até 7,0%.

E o pior é que tudo indica que a tendência da escalada de preços é de alta já que a revisão da política da Petrobras ocorreu com o preço internacional do barril em patamar historicamente baixo (U$ 46,11 o Brent) e em novembro o barril já atingiu U$ 64,65, com alta de 31,28% no período. Também preocupa a previsão dos analistas deste mercado que estimam que o preço do barril possa alcançar 70 dólares nos próximos meses.

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O outro componente que define o reajuste do diesel é o dólar, que apesar do aumento dos últimos dias vem se comportando de forma estável durante o ano.

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Como forma de auxiliar o mercado do TRC a NTC&Logística divulgará relatórios mensais detalhados sobre a evolução do preço diesel e o impacto desse nas operações do TRC no seu Portal. Por existir inúmeras condições de operação e tipo de empresa diferentes no transporte rodoviário de carga trataremos do impacto das variações no diesel para as empresas transportadoras somente no que se refere ao custo direto dos veículos de pequeno, médio e grande porte rodando nas distâncias: curta (500 km), média (1.000 km) e longa (3.000 km).

Impacto do Aumento do Diesel nas Operações de TRC

É imprescindível para manter a contento a saúde financeira das empresas transportadoras que sejam repassados de forma imediata o acumulado dos aumentos de combustível, até porque este é um custo relevante e que não há formas de reduzi-lo pelo lado do consumo (as que existem já foram adotadas).

Período: entre julho e 1ª quinzena de novembro

Variações de preço nas Distribuidoras – percentual de 15,0% de aumento

Em função desta decisão, o diesel que até então vinha dando um alívio ao setor de transporte rodoviário quando atingiu o menor nível de preço no ano no mês de julho com queda de 8,79%.

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DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Econômicas

NTC&Logística – 20/11/2017

 

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AM: custo operacional do transporte chega a ser 49,6% mais alto

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O acréscimo do custo operacional do transporte devido às condições do pavimento chegou a 49,6% no transporte rodoviário do Amazonas. Os dados foram constatados pela 21ª Pesquisa CNT de Rodovias. A média em todo o país é de 27%. Rodovias com deficiências reduzem a segurança, além de aumentarem o gasto com manutenção dos veículos e o consumo de combustível.

No total, 85% (869 km) da malha avaliada no Amazonas apresentou algum tipo de deficiência do estado geral (classificação regular, ruim ou péssimo). Somente 15,0% (153 km) tiveram classificação ótimo ou bom. O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 1.022 km no Estado. Em todo o Brasil, foram 105.814 km analisados.

Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias, com a implementação de sinalização adequada, estima-se que são necessários R$ 647,39 milhões. Já para a manutenção dos trechos classificados como desgastados, o custo estimado é de R$ 90,55 milhões.

DETALHAMENTO DAS CONDIÇÕES
Pavimento

No pavimento, são consideradas as condições da superfície da pista principal e do acostamento. A pesquisa classificou o pavimento como regular, ruim ou péssimo em 80,5% da extensão avaliada no Amazonas, enquanto que 19,5% foram considerados ótimos ou bons; 28,8% da extensão pesquisada apresentou a superfície do pavimento desgastada.

Sinalização

Nessa variável, são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais. O estudo apontou que houve problemas de sinalização em 80,7% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 19,3%, o estado foi ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, 43,3% apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.

Geometria da via
O tipo de rodovia (pista simples ou dupla) e a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento estão incluídos na variável geometria da via. A pesquisa constatou que 83,2% da extensão pesquisada não teve condições satisfatórias de geometria; 16,8% tiveram classificação ótimo ou bom nesse aspecto. O Estado teve 96,8% da extensão das rodovias avaliadas de pista simples de mão dupla.

Pontos críticos

A pesquisa identificou, ainda, oito trechos com buracos grandes e quatro com erosões na pista.

Investimentos em 13 anos

O valor autorizado para investimento público federal em infraestrutura rodoviária na Unidade da Federação foi de R$ 2,19 bilhões entre 2004 e 2016, dos quais R$ 1,54 bilhão (70,5%) foi pago. Até 2010, a maior parte dos recursos foi usada para construção, principalmente na BR-319, e, de 2011 a 2016, prevaleceu a participação das intervenções de manutenção nos desembolsos.

De 2004 a 2017, percebeu-se uma pequena melhora no pavimento e na geometria da via, enquanto a sinalização ganhou 6,1 pontos percentuais e reduziu para 74,5% sua classificação de regular, ruim e péssimo em 2017. O acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento foi calculado em 49,6% em 2017.

Acidentes
Os acidentes ocorridos (166 em 2016) geraram um custo de R$ 24,58 milhões.

Fonte: Agência CNT de Notícias  20/11/2017

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RS: maioria dos trechos avaliados está regular, ruim ou péssima

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A 21ª Pesquisa CNT de Rodovias revela que 62,2% (5.489 km) da extensão avaliada apresenta algum tipo de deficiência no estado geral (classificação regular, ruim ou péssimo); 37,8% (3.329 km) tiveram classificação ótimo ou bom. O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 8.818 km no Estado. Em todo o Brasil, foram 105.814 km analisados.

No Rio Grande do Sul, o acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento chega a 27,1% no transporte rodoviário. Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias, com a implementação de sinalização adequada, estima-se que são necessários R$ 4 bilhões. Já para a manutenção dos trechos classificados como desgastados, o custo estimado é de R$ 1,34 bilhão.

DETALHAMENTO DAS CONDIÇÕES

Pavimento

A pesquisa classificou o pavimento como regular, ruim ou péssimo em 46,4% da extensão avaliada no Rio Grande do Sul, enquanto que 53,6% foram considerados ótimos ou bons: 49,3% da extensão pesquisada apresenta a superfície do pavimento desgastada.

Sinalização

O estudo apontou que há problemas de sinalização em 58,3% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 41,7%, o estado foi classificado como ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, 26,3% apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.

Geometria da via

O tipo de rodovia (pista simples ou dupla) e a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento estão incluídos na variável geometria da via. A pesquisa constatou que 77,8% da extensão pesquisada não tem condições satisfatórias de geometria; 22,2% tiveram classificação ótimo ou bom nesse aspecto. O Estado tem 92,9% da extensão das rodovias avaliadas de pista simples de mão dupla.

Pontos críticos

A pesquisa identificou, ainda, 18 trechos com buracos grandes, seis com erosões na pista e dois com quedas de barreira. São situações que colocam em risco o condutor e os passageiros que trafegam pelas rodovias dessa Unidade da Federação.

Investimentos em 13 anos

É possível perceber aumento de recursos destinados a todos os tipos de intervenção entre 2004 e 2016, com destaque para os aportes em adequação, que superaram a manutenção entre 2011 e 2015. As ações de adequação e construção concentraram-se nas seguintes rodovias: BR-101/116/392/448. Já as de manutenção foram desenvolvidas em toda a malha. Para isso, o Estado recebeu o segundo maior investimento do governo federal entre 2004 e 2016: R$ 10,12 bilhões.

Em 2016, o valor alocado por quilômetro foi de R$ 194,30 mil, ou seja, 21,7% superior à média nacional. Contudo, em 2017 houve uma piora na qualidade do pavimento das rodovias federais no Estado, fazendo com que o aumento do custo operacional, que era de 23,1% em 2004, aumentasse para 27,1% em 2017.

Acidentes

Os acidentes geraram prejuízo estimado de R$ 709,63 milhões em 2016.

Fonte: Agência CNT de Notícias – 20/11/2017

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Movimento de cargas nos portos cresce 6,59% no terceiro trimestre do ano

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O sistema portuário brasileiro, que inclui portos públicos e terminais de uso privado (TUPs), registrou o crescimento de 5,85% em sua movimentação no acumulado entre janeiro e setembro deste ano. Os dados integram o balanço operacional trimestral do setor, realizado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o órgão regulador do segmento.

De acordo com o relatório, apenas no terceiro trimestre, os portos públicos e privados registraram a movimentação de 279 milhões de toneladas transportadas, com uma alta de 6,59% em relação ao mesmo trimestre de 2016. No acumulado dos nove meses o setor movimentou 800,5 milhões de toneladas.

Para o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC), Maurício Quintella, merece destaque a expressiva recuperação da navegação interior, que mostra crescimento de 21% em relação ao ano passado.

Fonte: A Tribuna – 17/11/2017

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Brasil: volume de cargas cresce mais de 5% no acumulado do ano

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A movimentação de cargas nos portos, ferrovias e aeroportos do País apresentou aumento superior a 5% no acumulado dos meses de janeiro a setembro deste ano na comparação com o mesmo período de 2016. O crescimento foi de 5,85% no caso do setor portuário.

A movimentação de cargas no setor aéreo mostra resultado positivo de 8%. O transporte ferroviário seguiu a tendência e teve alta de 5,47%. “Nossas ações permitiram alavancar o crescimento do setor de transportes no Brasil”, disse o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. Segundo ele, o cenário mostra a retomada da economia brasileira e a efetividade das ações da pasta.

Ferrovias

O aumento da exportação de grãos e minérios impulsionou a trajetória de alta no setor ferroviário, que já supera o ano de 2016. No acumulado do ano, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o crescimento entre janeiro e setembro é de 5,47% na comparação com o ano anterior. O valor representa 398,4 milhões de toneladas.

Aeroportos

Esta área registrou aumento de 8% no acumulado dos nove meses de 2017, na comparação com 2016. Até o mês de setembro, números da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelam que a movimentação de cargas foi de 997,8 mil toneladas. No terceiro trimestre, a alta foi de 8,9%. No ano, o transporte aéreo de cargas obteve crescimento em 8 dos 9 meses.

Portos

Os portos públicos e privados registraram movimentação de 279 milhões de toneladas transportadas no terceiro semestre, o que representou alta de 6,59% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com os dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o setor movimentou 800,5 milhões de toneladas no acumulado dos nove meses.

Rodovias

O consumo de óleo diesel é o principal parâmetro que reflete o crescimento no setor rodoviário. Desde maio deste ano, o consumo passou a crescer em relação a 2016. A movimentação de veículos nas rodovias concedidas também é um indicador para o setor. No ano, os dados acumulados mostram alta de 1,7% em relação a 2016.

Passageiros

A movimentação de passageiros (embarque e desembarque) nos aeroportos brasileiros entre os meses de janeiro a setembro de 2017 foi de 152,06 milhões, que representa uma variação positiva de 1,12% na comparação com 2016. No terceiro trimestre, o aumento registrado foi de 3,94%. Em 2017, o transporte aéreo de passageiro apresenta cinco meses consecutivos de crescimento.

Fonte: Portal Brasil – 14/11/2017

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