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Contran adia obrigatoriedade das novas placas Mercosul; estados recebem prazos diferentes

As novas placas padrão Mercosul foram motivo de discussão e debates durante todo o ano. O prazo dado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para os Detrans de todo país disponibilizarem o novo modelo de placa era até 1º dezembro. Até agora, o único estado que já disponibiliza as placas é o Rio de Janeiro.

Por esse motivo, o Contran anunciou na última sexta-feira, 30, que as placas Mercosul para veículos começarão a valer em dezembro, mas não a partir do dia 1º, como dizia o prazo anterior. Agora, cada estado terá um prazo específico.

Veja os prazos para cada estado e o DF:

03/12 – Rio de Janeiro

10/12 – Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco e Rondônia

17/12 – Bahia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul

24/12 – Acre, Alagoas, Maranhão, Paraná e Piauí

31/12 – Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Geras, Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Outra alteração recente sobre as novas placas Mercosul envolvem os brasões de cidade e estado. Antes, as placas deveriam ter esses brasões indicando cidade e estado, detalhe que não está incluído nas placas de outros países do Mercosul e que as fariam mais caras por aqui.

O uso é obrigatório?

Após os prazos definidos pelo Contran para cada estado, as placas Mercosul serão obrigatórias apenas nas transferências de veículos usados e na compra de veículos novos. Segundo o órgão, a placa possui itens de segurança que permitem a rastreabilidade dos veículos por meio de QR code e chip, impedindo também a clonagem.

Quanto custa?

No Rio de Janeiro, a nova placa custa R$ 219,35 – mesmo valor das placas antigas. Segundo o governador Pezão, que falou à Agência Brasil, a implementação da tecnologia não teve nenhum custo para o estado do Rio porque foi uma parceria com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e também não terá gastos para o consumidor.

Em prol da mobilidade

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, coordenada pelo seu Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) são responsáveis pelo projeto e recebem apoio técnico da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP).

O trabalho também é fruto de uma parceria da SMT com o Centro de Inovação em Sistemas Logísticos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (CISLOG USP); o Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (SETCESP) e o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). Também fizeram parte do projeto-piloto a Polícia Militar e a Subprefeitura da Lapa.

Fonte: Agência Brasil – 06/12/2018

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